Job Interviews

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Das primeiras coisas que fiz, assim que recebi o EAD, foi começar à procura de trabalho. Esta pesquisa focou-se, maioritariamente, em posições de teller ou lead teller em bancos – ou seja, balcão ou responsável dessa área – pois já havia exercido a primeira e sempre quis ser promovida para a seguinte.

Porque o mais importante para mim era mesmo arranjar trabalho, submeti umas quantas candidaturas para outras áreas para ver se dava qualquer coisa, nem que fosse só para desenrascar – que estar em casa não é assim tão espectacular como muita gente o faz parecer.

Comecei, finalmente, a receber emails e chamadas para comparecer em entrevistas. Fiz uma entrevista para a qual nunca recebi feedback, fui a duas entrevistas para dois bancos distintos e a uma para uma empresa em IT. A primeira foi num banco do qual só ouvia boas críticas, não só como sendo um bom sítio para trabalhar mas também um bom sítio para se ser cliente. Foi, então, super contente que me dirigi para a entrevista.

Esta foi feita, apenas, com uma representante dos Recursos Humanos que no dia seguinte me ligou a dizer que estava na próxima fase: uma entrevista com um dos managers.

Uns dias antes, reparei que havia uma vaga de Lead Teller no website e quando estava na entrevista com o manager disse-lhe que isso era o que gostava de fazer, embora estivesse a ser entrevistada para posição de Teller, ao que prontamente me respondeu “estás a ser entrevistada para qualquer posição”. Saí de lá com a oferta de Lead Teller e pronta para dar início a todos os background checks necessários – que viriam a ser uma dor de c* enorme pois a empresa não faz background checks internacionais.

Isto significa que eu mesma tive de pedir provas dos empregos anteriores no UK e certificados escolares. O mais demorado foi conseguir o certificado – viva os serviços públicos em Portugal!

Enquanto esperava pelo certificado, fiz uma entrevista para uma empresa de IT, esta que depois me contactou com uma oferta que batia o que o banco me poderia oferecer.

É aqui que vem o ridículo: a maioria das empresas no EUA oferecem uma quantia mínima de dias de férias aos empregados e, no máximo, contribuem com um bocado para o vosso seguro de saúde – uma coisa muito importante, visto que não é um serviço grátis. O banco oferecia-me 5 dias de férias por ano, sim, leram bem, e eu pagaria cerca de $150 por ordenado (ou seja $300, pois pagam de duas em duas semanas) para o meu seguro de saúde.

A empresa de IT oferece-me 180h de férias, bastante mais, e só pago $20 pelo meu seguro de saúde. E, pela primeira vez em muuuuuuuitos anos, tenho um emprego de segunda a sexta – no banco seria rotativo.

Pode parecer-vos estranho estar a entrar numa área que é completamente nova, mas garanto-vos que além dos benefícios óbvios, o meu objectivo é aprender um ramo do IT – o qual já estou a fazer – e, rapidamente, mover-me em direcção a essa mesma área.

Eu sou daquelas pessoas que não gosta de estar estagnada no emprego, por muito confortável que o assento seja, portanto isto é mesmo uma oportunidade de construir uma carreira ao invés de esperar por promoções em bancos.

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Got a job!

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Estas semanas têm sido bastante preenchidas e tudo por boas razões: já estou empregada! Após várias candidaturas e entrevistas, tive a sorte de poder escolher entre duas ofertas e, sem muito para ponderar – explico-vos melhor o processo das entrevistas e as ofertas noutro post – escolhi iniciar-me no mundo do IT e fazer uma carreira nesta área tão vasta e que oferece tanto.

Para vos situar mais ou menos no que tem sido a minha carreira profissional, eu trabalhava num banco e era isso que estava inclinada para fazer cá portanto a minha procura focou-se nessa área e depois fiz umas candidaturas mais aleatórias pois o que eu queria mesmo era trabalhar. Tentei vários bancos, fui seleccionada, fiz entrevistas e fiquei com o trabalho.. até que uma empresa na área do IT para a qual eu tinha feito uma entrevista me ligou com uma oferta bastante mais agradável, a qual eu aceitei de imediato.

Vim só escrever num instantinho para vos dar esta novidade e depois, num post bem mais informativo, digo-vos como foram as entrevistas – o ridículo e o positivo – e como dedici entre as ofertas.

Não imaginam como já ressacava e-m-p-r-e-g-o! E ainda há quem não queira fazer nada.

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Thanksgiving

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Hoje celebra-se o dia de Acção de Graças nos EUA. É a primeira vez que vivemos esta experiência e, ainda que não signifique nada para nós, é sempre engraçado ver como as pessoas festejam este dia – milhões de vezes representado nos filmes americanos.

Os supermercados enchem-se de tartes de abóbora, batata doce e.. gente, muita gente! Há quem aproveita e tire férias, portanto pode-se esperar, também, mais trânsito.

É provável que imaginem este dia como sendo frio e as pessoas vestidas com várias peças de roupas. Not in Texas! A temperatura está bastante agradável e, mesmo que estas tradições sejam mais viradas para dias frios, qualquer dia é um bom dia para encher a pança de coisas boas, não é?

Happy Thanksgiving! – já me disseram isto praí umas 1000xs.

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Healthy Brownies

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Nem todos temos a sorte de poder comer o que nos apetece e não engordar e, sendo eu daquelas pessoas que aprecia um doce, principalmente depois da refeição, mas que segue uma alimentação saudável, há que brincar com os ingredientes e fazer receitas que possam entrar na dieta, como estas brownies saudáveis.

Depois de pesquisar mil e uma receitas, decidi fazer a minha própria versão já que os ingredientes das que via pela internet não me agradavam muito. Decidi usar o puré de abóbora (e ninguém adivinhou que este era o ingrediente principal quando meti a foto no instagram) e não foi preciso nem 1gr de farinha.

Brownies

Ingredientes:

  • 400gr de puré de abóbora
  • 50gr de cacao em pó (sem açúcar)
  • 90gr de Swerve (ou stevia)
  • 2 ovos
  • 4 quadrados de chocolate 70-90% cacao
  • 1 pitada de sal
  • 40gr de manteiga de amendoim (opcional)

Preparação:

  • Juntar o chocolate em pó e swerve/stevia no puré de abóbora e mexer.
  • Juntar os ovos, um de cada vez.
  • Adicionar o chocolate em bocadinhos e o sal e mexer.
  • Pôr a massa numa forma quadrada.
  • Derreter a manteiga de amendoim.
  • Dispor a manteiga de amendoim por cima da massa com um garfo.
  • Levar ao forno a 180º durante cerca de 30min.

 

As brownies ficam bastante húmidas, portanto, se forem como eu, vão ficar fãs. Para brownies saudáveis e com pouquíssimos hidratos de carbono – escolham o puré de abóbora 100% natural – são óptimas e rendem o suficiente para terem sobremesa para uns dias sem se preocuparem com o banhil. Depois não se esqueçam de me agradecer!

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Downtown: The Alamo & The Riverwalk

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Visitar o Alamo e passear pela Riverwalk é daquelas coisas obrigatórias a fazer em San Antonio.

O Alamo, um antigo forte e agora museu, foi fundado no século XVIII por espanhóis que tinham como objectivo catequizar os indígenas mas depressa se tornou propriedade do México. O conflito entre os Estados Unidos e o México iniciou-se com o ataque por parte do general Antonio López de Santa Anna ao forte, matando todos os texanos que se encontravam a defender. Em forma de vingança, os texanos atacaram mexicanos e saíram vitoriosos pondo, assim, fim à Revolução do Texas, em 1836. (ler mais neste link)

A entrada é gratuita e podem aprender mais um bocado sobre a história do Texas.

A Riverwalk, como o nome indica, é uma zona onde podem, não só, passear lado-a-lado com o rio, seja a pé ou de barco enquanto passam por diversos restaurantes, bares e até mesmo um shopping que vos dá acesso directo ao rio. Este é o sítio onde as vistas, sons e sabores do Wild West, Native America e Old Mexico se conjugam no meio de uma cidade moderna.


Downtown está cheia de sítios óptimos para explorar, seja museus, parques ou restaurantes e um dos nossos sítios preferidos, o Pearl.

E o que é o Pearl? Acompanhem os meus próximos posts onde vos darei a conhecer este sítio.

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Visiting Houston – Day 2

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Já havia lido em alguns websites que, em média, a visita à NASA demora 5h. Pois é, esse tempo todo. Assim sendo, saímos para tomar o pequeno almoço, que uma pessoa precisa de energia para um dia no espaço, e fomos ao nosso querido Snooze.

Este é um sítio para pequenos almoços, brunch ou almoços ligeiros, visto que fecha cedo, e a especialidade são as panquecas. Nós já lá fomos tantas vezes que optamos sempre pelo mesmo: chilli verde eggs benedict, que são dois ovos escalfados por cima de uma base de tortilhas e pulled pork e cobertos de hollandaise. São servidos com uma óptima hash brown e salsa, uma mistura de tomate, pimentos e cebola. Nunca falha! Pedimos ainda umas panquecas de abóbora, não fosse esta ser a época delas!

De barriguinha cheia, lá fomos em direcção à NASA. Para quem vai de carro, podem estacionar no parque por $5 e estão a uns passos da porta.

Já tínhamos marcado pelo site a que horas queriamos fazer duas das tours que eram recomendadas, por isso, assim que chegamos, dirigimo-nos para a fila da tram tour e, uns minutos depois, lá nos sentamos e começamos a viagem.

A primeira paragem foi Mission Control Center. Foi desta sala que as missões Apollo e Gemini foram controladas. É inacreditável como se mantêm tudo o que era original da época e é um prazer ouvir o senhor explicar como foram feitos os cálculos, pois não haviam calculadoras, para que esta missão fosse um sucesso.

On July 20, 1969, Neil Armstrong’s famous words were forever ingrained in history: “Houston, Tranquility Base here. The Eagle has landed.”

De seguida dirigimo-nos para Space Vehicle Mockup Facility, onde engenheiros e cientistas trabalham na produção de protótipos e robots e astronautas treinam para missões no espaço. É possível ver, de um andar acima, protótipos de partes da International Space Station e ainda da cápsula Orion – esta nave espacial vai ter um papel importante nas viagens para o espaço profundo e principalmente Marte. É a Orion que vai levar astronautas para territórios no sistema solar nunca antes explorados por missoes tripuladas. É aqui que, basicamente, podem ver o futuro ser construído.. e é brutal!

A última paragem foi para ver de perto o Mercury Redstone, o primeiro veículo nos Estados Unidos a transportar pessoas para o espaço e, mais importante ainda, o famoso Saturn V que foi construído pelo NASA com o propósito de levar pessoas para a Lua.


Saturn V mede 111 metros, pesa o equivalente a um edifício de 36 andares e, quando cheio de combustível para descolar, pesa o mesmo que 400 elefantes e foi o mais potente foguetão a voar com sucesso.

Quando entramos dentro de uma espécie de armazém onde Saturn V está “guardado” quase nos cai o queixo. É realmente brilhante quando imaginamos uma coisa daquelas levar humanos à Lua. Não só o tamanho do foguetão é imenso como os génios por detrás da tecnologia.

Depois da tram tour, fomos explorar o Space Centre onde podem encontrar peças que estiveram em missões, fatos de astronauta, entrar dentro do Sky Lab – um mockup da primeira estação espacial Americana e assistir a várias demonstrações, por exemplo, como é viver no espaço. São mais umas horinhas a explorar o universo mas que valem a pena!



Para finalizar, fomos visitar uma réplica do vaivém espacial Independence, construído no topo do vaivém original NASA 905 e explorar o avião que é, digamos, gigante.

O preço do bilhete são $29 e estas tours estão incluídas portanto não há motivos para não as fazer.

Ainda tivemos tempo para nos divertir num simulador em que o homem pilotava e eu matava os atacantes enquanto nos viravam de pernas para o ar dentro do que seria o interior de um vaivém.

A média das 5h estava certa – foi mais ou menos o que demoramos. Viemos embora felizes da vida, afinal não é todos os dias que se visita o espaço, pelo menos de uma maneira tão autêntica – ahahahahahha.

Para acompanhar as minhas aventuras pela América e mais fotos, sigam o Instagram!

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Visiting Houston – Day 1

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Aproveitando umas mini férias, decidimos ir dar um saltinho a Houston com o intuito de visitar o famoso NASA Space Center e, já que estaríamos nesta cidade pela primeira vez, aproveitar para explorar downtown e parar em alguns dos sítios recomendados pelo site Thrillist.

De San Antonio a Houston são cerca de 3h de carro, portanto saímos ainda de manhã em direcção à primeira paragem: JP Morgan Tower. Eu, que sou uma medricas no que toca a alturas lá me fui preparando para subir os 60 andares e observar a cidade de lá de cima, no sky observatory. É que esta menina, quando se decidiu fazer mulher e subir a Torre Eiffel, nunca pensou que fosse ficar parada, num elevador de vidro, no meio do raio da torre com vistas nada privilegiadas – para mim – para a cidade! Quantas vezes sobem e descem aqueles elevadores e quantas vezes pararam a meio? Pois, não sei mas digo-vos que para quem, como eu, não se sente nada confortável nas alturas, foi assustador. Mas voltando a Houston, não é que chegamos lá e, eu já prontinha para deixar o medo e subir os 130m, o observatório está fechado ao público? Segundo algumas pessoas, fecharam-no devido a estragos provocados por visitantes. É o problema de oferecerem estas coisas de forma gratuita. Se calhar, se fosse preciso pagar para subir, ainda estaria aberto.

Ficamos um bocadinho desiludidos e bora lá afogar as mágoas na comida. Haviam uns sítios engraçados mas quisemos experimentar uma coisa diferente e fomos ao Wokker, um sítio de comida thai que já foi um food truck mas está agora dentro de um edifício muito giro, onde há um bar de cervejas artesanais e algumas mesas viradas para a rua, com vistas dos edifícios enormes de downtown.

Pedimos, para entrada, Brisket Egg Rolls e Wokker TX Ranger Fries e pedimos ainda o Pork Belly Fried Rice e Vietnamese Shaken Beef. Nada de desilusão desta vez, a qualidade da comida é óptima e o nosso favorito foi, sem dúvida, o Pork Belly Fried Rice.


De seguida, fomos caminhar pelo Buffalo Bayou Park, um parque com 124 hectares onde podem, e devem, visitar sítios como a famosa ponte dos morcegos em que podem assistir a 250 mil morcegos sobrevoar a ponte e cidade enquanto o sol se põe. Vejam este vídeo e digam lá se não é qualquer coisa.

O parque não fazia jus às imagens que vi antes de visitar e isto deve-se ao facto de Houston ter sido, severamente, atingido pelo furacão Harvey há uns meses. Muitas zonas estavam fechadas mas havia, ainda, espaços verdes que sobreviveram.

O jantar foi no Melting Pot, um restaurante de fondue onde podem customizar o vosso menu ou optar pelos que estão já designados e passar ali um bom serão. O jantar é vos servido em 4 etapas: entrada, salada, prato principal e sobremesa e todos são cozinhados na mesa, no fondue, excepto a salada. Escolhemos um fondue de queijo com batatas para entrada, salada caprese, o prato principal “The Classic” que consiste em porções de camarão, frango com ervas, bife angus, bife teriyaki e porco e, para sobremesa, S’mores: chocolate derretido, marshmallow, graham crackers e brownies, blondies e fruta para mergulhar. Meu Deus! Mais uma vez, satisfação nível 1000.

O dia seguinte seria na NASA, espero por vocês no próximo post. – já seguem no instragam? ófaxabor venham embarcar nas aventuras pela América.

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Apple Pie

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Estamos na época das tartes e sobremesas saídas do forno e qualquer dia mais fresco é o mote perfeito para cozinhar comida que, além de nos aquecer a alma, espalha um cheirinho super agradável por todos os cantos da casa.

Não foi num desses dias que fiz esta tarte, pois lambareira como sou, qualquer dia pode ser o dia perfeito para uma tarte de maçã (se não estiver na minha “dieta”) mas depois de ficarmos completamente fãs de uma das melhores tartes de maçã de sempre, a do HEB – um supermercado local, e com uma base de massa folhada por usar – que é coisa que nunca há cá por casa – decidi que ia fazer a minha versão e assim nasceu esta receita, desta vez sem ser inspirada em nenhum site, usando apenas os ingredientes e quantidades que para mim seriam os indicados e usando a melhor ferramenta na cozinha: o palato.

Tarte de maçã:

Ingredientes

  • 1 base de massa folhada (usei redonda)
  • 5 maçãs grandinhas (usem as que preferirem)
  • sumo de limão
  • açúcar amarelo
  • manteiga
  • canela
  • 2 c.sopa de farinha integral

Preparação:

  • Estender a massa folhada numa forma de fundo amovível.
  • Cortar as maçãs em fatias fininhas, espremer o sumo de um limão nas maçãs e reservar num recipiente.
  • Levar a manteiga, numa frigideira anti-anderente, ao lume e juntar a maçã.
  • Adicionar o açúcar amarelo e mexer (a quantidade de açúcar depende da vossa preferência).
  • Em lume brando, cozinhar as maçãs até que estas fiquem macias e se forme um molho na frigideira.
  • Juntar canela (quantidade que preferirem).
  • Dispor o preparado na massa folhada.

Para o topping:

  • Num recipiente juntar a farinha integral, a manteiga e o açúcar e amassar até estar tipo areia.
  • Colocar esta mistura por cima da tarte.
  • Levar ao forno a 180º até estar no ponto, cerca de 30min, pode variar.

 

Não medi quantidades de açúcar e manteiga pois o primeiro é dependente do que preferem e as vossas maçãs podem ser mais doces. Já a manteiga é só mesmo o necessário para que as maçãs não fiquem sem “molho”. É mais a vossa preferência, por isso estejam à vontade.

Não fosse eu ser uma pessoa orgulhosa do meu estilo de vida saudável e não é que ia já uma fatia destas.

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Texas Weather

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Na blogosfera, nesta altura, o que não falta são posts com sugestões para roupinhas da estação e gente a pedir a S.Pedro os dias frescos para as vestir. Pois parece que o senhor decidiu ir de férias e não vos tem ajudado muito nesse aspecto.

Eu entendo muito bem a necessidade dos dias frescos, do vestir roupa mais quente ou ficar no aconchego enquanto assistem à vossa série favorita. Mas se tenho saudades disso? Não! E o meu motivo é bastante válido: vivi 5 anos em Londres onde os dias são quase sempre cinzentos e de temperaturas perfeitas para vestir um guarda roupa inteiro das vossas malhinhas e parecerem uma bola.

Depois dessa dose, este clima do Texas é perfeito. A única desvantagem? Uma pessoa habitua-se aos 40º e depois qualquer baixa significativa é sentida como se estivessem uns 10º quando na realidade está bem mais calor do que num dia de verão em Londres – Verão, em Londres? não há lá verão nenhum!

Já perguntei, a quem é de cá, se algum dia está frio – daquele frio que pede uma boa camada de roupa – e o que me dizem é que no Texas há uns mesinhos com os dias frescos mas para já não posso dar a minha opinião.

Entretanto, vai-se usando uns topzinhos e sandálias, ganhando – e mantendo – uma corzinha de verão que nunca tive por mais de uns dias. É tão mais agradável que o Branca de Neve.

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Low Carb Cookie Dough bites

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Uma das minhas coisas preferidas, falando de gordices, é cookie dough, que se traduz massa de bolacha mas não soa tão bem. Não sei se é muito comum em Portugal mas já em Inglaterra era coisa normal e aqui nos States é o mesmo: gelados com cookie dough, spreads de cookie dough e muito mais.

Fazer cookie dough em versão normal, ou seja, cheia de açúcar e gordura é coisa fácil mas nadinha saudável. É que vai direitinho para a banha.

Neste post, falei-vos sobre a dieta ketogénica que estou a fazer. Ora bem, em keto é possível fazer cookie dough pois é uma dieta que consiste no consumo mais elevado de gordura e o açúcar é só substituir por stevia/erythritol. Assim sendo, pûs mãos à obra e decidi fazer a minha cookie dough keto:

Peanut Butter cookie dough bites:

Ingredientes

  • 200gr de farinha de amendoim
  • 4 c.sopa de manteiga
  • 2 c.sopa de erythritol
  • 2 quadrados de chocolate 90%

Preparação

  • Misturar a farinha de amendoim e o erythritol.
  • Derreter a manteiga e juntar na mistura anterior (podem precisar de mais manteiga).
  • Juntar o chocolate partido aos bocadinhos e mexer.
  • Fazer bolinhas, dispor num tabuleiro e levar ao congelador por 10min.
  • Meter as bolinhas em sacas ou tupperwares e guardar no frigorífico.

Esta receita dá para cerca de 20 bolinhas e cada uma com 0,6 net carbs, isto usando os meus ingredientes.

São óptimas para quando dá uma vontade de assaltar o frigorífico e são muito ricas, por isso ficam satisfeitos com pouco.

Aos fãs de cookie dough ou a quem nunca provou, deviam fazer esta receita fácil e simples e depois digam-me a vossa opinião. Só pode ser boa!

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