Got a job!

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Estas semanas têm sido bastante preenchidas e tudo por boas razões: já estou empregada! Após várias candidaturas e entrevistas, tive a sorte de poder escolher entre duas ofertas e, sem muito para ponderar – explico-vos melhor o processo das entrevistas e as ofertas noutro post – escolhi iniciar-me no mundo do IT e fazer uma carreira nesta área tão vasta e que oferece tanto.

Para vos situar mais ou menos no que tem sido a minha carreira profissional, eu trabalhava num banco e era isso que estava inclinada para fazer cá portanto a minha procura focou-se nessa área e depois fiz umas candidaturas mais aleatórias pois o que eu queria mesmo era trabalhar. Tentei vários bancos, fui seleccionada, fiz entrevistas e fiquei com o trabalho.. até que uma empresa na área do IT para a qual eu tinha feito uma entrevista me ligou com uma oferta bastante mais agradável, a qual eu aceitei de imediato.

Vim só escrever num instantinho para vos dar esta novidade e depois, num post bem mais informativo, digo-vos como foram as entrevistas – o ridículo e o positivo – e como dedici entre as ofertas.

Não imaginam como já ressacava e-m-p-r-e-g-o! E ainda há quem não queira fazer nada.

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Thanksgiving

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Hoje celebra-se o dia de Acção de Graças nos EUA. É a primeira vez que vivemos esta experiência e, ainda que não signifique nada para nós, é sempre engraçado ver como as pessoas festejam este dia – milhões de vezes representado nos filmes americanos.

Os supermercados enchem-se de tartes de abóbora, batata doce e.. gente, muita gente! Há quem aproveita e tire férias, portanto pode-se esperar, também, mais trânsito.

É provável que imaginem este dia como sendo frio e as pessoas vestidas com várias peças de roupas. Not in Texas! A temperatura está bastante agradável e, mesmo que estas tradições sejam mais viradas para dias frios, qualquer dia é um bom dia para encher a pança de coisas boas, não é?

Happy Thanksgiving! – já me disseram isto praí umas 1000xs.

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Downtown: The Alamo & The Riverwalk

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Visitar o Alamo e passear pela Riverwalk é daquelas coisas obrigatórias a fazer em San Antonio.

O Alamo, um antigo forte e agora museu, foi fundado no século XVIII por espanhóis que tinham como objectivo catequizar os indígenas mas depressa se tornou propriedade do México. O conflito entre os Estados Unidos e o México iniciou-se com o ataque por parte do general Antonio López de Santa Anna ao forte, matando todos os texanos que se encontravam a defender. Em forma de vingança, os texanos atacaram mexicanos e saíram vitoriosos pondo, assim, fim à Revolução do Texas, em 1836. (ler mais neste link)

A entrada é gratuita e podem aprender mais um bocado sobre a história do Texas.

A Riverwalk, como o nome indica, é uma zona onde podem, não só, passear lado-a-lado com o rio, seja a pé ou de barco enquanto passam por diversos restaurantes, bares e até mesmo um shopping que vos dá acesso directo ao rio. Este é o sítio onde as vistas, sons e sabores do Wild West, Native America e Old Mexico se conjugam no meio de uma cidade moderna.


Downtown está cheia de sítios óptimos para explorar, seja museus, parques ou restaurantes e um dos nossos sítios preferidos, o Pearl.

E o que é o Pearl? Acompanhem os meus próximos posts onde vos darei a conhecer este sítio.

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Visiting Houston – Day 2

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Já havia lido em alguns websites que, em média, a visita à NASA demora 5h. Pois é, esse tempo todo. Assim sendo, saímos para tomar o pequeno almoço, que uma pessoa precisa de energia para um dia no espaço, e fomos ao nosso querido Snooze.

Este é um sítio para pequenos almoços, brunch ou almoços ligeiros, visto que fecha cedo, e a especialidade são as panquecas. Nós já lá fomos tantas vezes que optamos sempre pelo mesmo: chilli verde eggs benedict, que são dois ovos escalfados por cima de uma base de tortilhas e pulled pork e cobertos de hollandaise. São servidos com uma óptima hash brown e salsa, uma mistura de tomate, pimentos e cebola. Nunca falha! Pedimos ainda umas panquecas de abóbora, não fosse esta ser a época delas!

De barriguinha cheia, lá fomos em direcção à NASA. Para quem vai de carro, podem estacionar no parque por $5 e estão a uns passos da porta.

Já tínhamos marcado pelo site a que horas queriamos fazer duas das tours que eram recomendadas, por isso, assim que chegamos, dirigimo-nos para a fila da tram tour e, uns minutos depois, lá nos sentamos e começamos a viagem.

A primeira paragem foi Mission Control Center. Foi desta sala que as missões Apollo e Gemini foram controladas. É inacreditável como se mantêm tudo o que era original da época e é um prazer ouvir o senhor explicar como foram feitos os cálculos, pois não haviam calculadoras, para que esta missão fosse um sucesso.

On July 20, 1969, Neil Armstrong’s famous words were forever ingrained in history: “Houston, Tranquility Base here. The Eagle has landed.”

De seguida dirigimo-nos para Space Vehicle Mockup Facility, onde engenheiros e cientistas trabalham na produção de protótipos e robots e astronautas treinam para missões no espaço. É possível ver, de um andar acima, protótipos de partes da International Space Station e ainda da cápsula Orion – esta nave espacial vai ter um papel importante nas viagens para o espaço profundo e principalmente Marte. É a Orion que vai levar astronautas para territórios no sistema solar nunca antes explorados por missoes tripuladas. É aqui que, basicamente, podem ver o futuro ser construído.. e é brutal!

A última paragem foi para ver de perto o Mercury Redstone, o primeiro veículo nos Estados Unidos a transportar pessoas para o espaço e, mais importante ainda, o famoso Saturn V que foi construído pelo NASA com o propósito de levar pessoas para a Lua.


Saturn V mede 111 metros, pesa o equivalente a um edifício de 36 andares e, quando cheio de combustível para descolar, pesa o mesmo que 400 elefantes e foi o mais potente foguetão a voar com sucesso.

Quando entramos dentro de uma espécie de armazém onde Saturn V está “guardado” quase nos cai o queixo. É realmente brilhante quando imaginamos uma coisa daquelas levar humanos à Lua. Não só o tamanho do foguetão é imenso como os génios por detrás da tecnologia.

Depois da tram tour, fomos explorar o Space Centre onde podem encontrar peças que estiveram em missões, fatos de astronauta, entrar dentro do Sky Lab – um mockup da primeira estação espacial Americana e assistir a várias demonstrações, por exemplo, como é viver no espaço. São mais umas horinhas a explorar o universo mas que valem a pena!



Para finalizar, fomos visitar uma réplica do vaivém espacial Independence, construído no topo do vaivém original NASA 905 e explorar o avião que é, digamos, gigante.

O preço do bilhete são $29 e estas tours estão incluídas portanto não há motivos para não as fazer.

Ainda tivemos tempo para nos divertir num simulador em que o homem pilotava e eu matava os atacantes enquanto nos viravam de pernas para o ar dentro do que seria o interior de um vaivém.

A média das 5h estava certa – foi mais ou menos o que demoramos. Viemos embora felizes da vida, afinal não é todos os dias que se visita o espaço, pelo menos de uma maneira tão autêntica – ahahahahahha.

Para acompanhar as minhas aventuras pela América e mais fotos, sigam o Instagram!

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Visiting Houston – Day 1

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Aproveitando umas mini férias, decidimos ir dar um saltinho a Houston com o intuito de visitar o famoso NASA Space Center e, já que estaríamos nesta cidade pela primeira vez, aproveitar para explorar downtown e parar em alguns dos sítios recomendados pelo site Thrillist.

De San Antonio a Houston são cerca de 3h de carro, portanto saímos ainda de manhã em direcção à primeira paragem: JP Morgan Tower. Eu, que sou uma medricas no que toca a alturas lá me fui preparando para subir os 60 andares e observar a cidade de lá de cima, no sky observatory. É que esta menina, quando se decidiu fazer mulher e subir a Torre Eiffel, nunca pensou que fosse ficar parada, num elevador de vidro, no meio do raio da torre com vistas nada privilegiadas – para mim – para a cidade! Quantas vezes sobem e descem aqueles elevadores e quantas vezes pararam a meio? Pois, não sei mas digo-vos que para quem, como eu, não se sente nada confortável nas alturas, foi assustador. Mas voltando a Houston, não é que chegamos lá e, eu já prontinha para deixar o medo e subir os 130m, o observatório está fechado ao público? Segundo algumas pessoas, fecharam-no devido a estragos provocados por visitantes. É o problema de oferecerem estas coisas de forma gratuita. Se calhar, se fosse preciso pagar para subir, ainda estaria aberto.

Ficamos um bocadinho desiludidos e bora lá afogar as mágoas na comida. Haviam uns sítios engraçados mas quisemos experimentar uma coisa diferente e fomos ao Wokker, um sítio de comida thai que já foi um food truck mas está agora dentro de um edifício muito giro, onde há um bar de cervejas artesanais e algumas mesas viradas para a rua, com vistas dos edifícios enormes de downtown.

Pedimos, para entrada, Brisket Egg Rolls e Wokker TX Ranger Fries e pedimos ainda o Pork Belly Fried Rice e Vietnamese Shaken Beef. Nada de desilusão desta vez, a qualidade da comida é óptima e o nosso favorito foi, sem dúvida, o Pork Belly Fried Rice.


De seguida, fomos caminhar pelo Buffalo Bayou Park, um parque com 124 hectares onde podem, e devem, visitar sítios como a famosa ponte dos morcegos em que podem assistir a 250 mil morcegos sobrevoar a ponte e cidade enquanto o sol se põe. Vejam este vídeo e digam lá se não é qualquer coisa.

O parque não fazia jus às imagens que vi antes de visitar e isto deve-se ao facto de Houston ter sido, severamente, atingido pelo furacão Harvey há uns meses. Muitas zonas estavam fechadas mas havia, ainda, espaços verdes que sobreviveram.

O jantar foi no Melting Pot, um restaurante de fondue onde podem customizar o vosso menu ou optar pelos que estão já designados e passar ali um bom serão. O jantar é vos servido em 4 etapas: entrada, salada, prato principal e sobremesa e todos são cozinhados na mesa, no fondue, excepto a salada. Escolhemos um fondue de queijo com batatas para entrada, salada caprese, o prato principal “The Classic” que consiste em porções de camarão, frango com ervas, bife angus, bife teriyaki e porco e, para sobremesa, S’mores: chocolate derretido, marshmallow, graham crackers e brownies, blondies e fruta para mergulhar. Meu Deus! Mais uma vez, satisfação nível 1000.

O dia seguinte seria na NASA, espero por vocês no próximo post. – já seguem no instragam? ófaxabor venham embarcar nas aventuras pela América.

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Texas Weather

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Na blogosfera, nesta altura, o que não falta são posts com sugestões para roupinhas da estação e gente a pedir a S.Pedro os dias frescos para as vestir. Pois parece que o senhor decidiu ir de férias e não vos tem ajudado muito nesse aspecto.

Eu entendo muito bem a necessidade dos dias frescos, do vestir roupa mais quente ou ficar no aconchego enquanto assistem à vossa série favorita. Mas se tenho saudades disso? Não! E o meu motivo é bastante válido: vivi 5 anos em Londres onde os dias são quase sempre cinzentos e de temperaturas perfeitas para vestir um guarda roupa inteiro das vossas malhinhas e parecerem uma bola.

Depois dessa dose, este clima do Texas é perfeito. A única desvantagem? Uma pessoa habitua-se aos 40º e depois qualquer baixa significativa é sentida como se estivessem uns 10º quando na realidade está bem mais calor do que num dia de verão em Londres – Verão, em Londres? não há lá verão nenhum!

Já perguntei, a quem é de cá, se algum dia está frio – daquele frio que pede uma boa camada de roupa – e o que me dizem é que no Texas há uns mesinhos com os dias frescos mas para já não posso dar a minha opinião.

Entretanto, vai-se usando uns topzinhos e sandálias, ganhando – e mantendo – uma corzinha de verão que nunca tive por mais de uns dias. É tão mais agradável que o Branca de Neve.

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Drivers License in Texas

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Para novos residentes no Texas, vindos de qualquer país que não Canada, França, Alemanha, Coreia do Sul ou Taiwan ou de outro estado ou território americano, é obrigatório tirar carta de condução. Mesmo para pessoas vindas destes países, estados ou território americano, a isenção do teste teórico ou prático só acontece se entregarem a carta de condução que possuem. Para os restantes, podem conduzir durante 90 dias com a carta de condução do sítio de onde vieram mas depois é preciso tirar uma nova.

Já estão a perceber o frete que é, certo? Uma pessoa chega a esta idade e é pôr-se a estudar o código da estrada do Texas! Ao menos conduz-se do lado direito da estrada e não à esquerda como em Inglaterra. É que fazer rotundas pela esquerda e olhar para o lado oposto ao que estamos habituados quando vamos atravessar a rua é um bocado m*, mas depois uma pessoa habitua-se, que remédio.

Porque tirar a carta de condução de novo não é algo que ninguém queira fazer, ao menos há umas pequenas “vantagens”:

  • só custa $25
  • não há cá escolas, estudas em casa e podes fazer download do livro
  • são 30 perguntas e podes errar 9

Parece bastante fácil, não é? Há sempre as questões básicas, senso comum, e depois há aquelas que ninguém (Europeu) faz a mínima pois metem inches, feet, miles. Estas métricas, haja paciência! Mas pronto, depois disto é só passar o exame de condução. E querem saber onde é que o fazem? No vosso carrinho! Ah pois é. E se reprovarem, só pagam os 25$ que pagaram no ínicio para lá ir outra vez.

É que nem doi reprovar, right? Podia ser assim em todos os países. Não só pelo aspecto prático mas também pelo valor, é que muitas famílias nem sempre podem pagar os valores ridículos que as escolas pedem.

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Working in the USA


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Quando decidimos vir para o Texas, eu viria num L2 visa – spouse of an L1. Neste visa, para poder trabalhar, é preciso preencher alguma papelada e enviá-la para o U.S. Citizenship and Immigration Services. Além da papelada necessária para a vossa EAD – Employment Authorization Document, precisam enviar um cheque de $410. Ah pois é, não só pedes para trabalhar como pagas.

Como pessoa organizada que sou, já tinha lido muitos fórums e blogs de pessoas neste visa de forma a organizar o que fosse precisar.

Uma vez que o nosso visa demorou mais que o previsto e fomos passar uma temporada a Portugal antes de embarcar nesta viagem, aproveitei para pedir papéis, como por exemplo certidões, traduzidos e carimbados (e baratinhos) pois mais vale a mais que a menos e nesses blogs que ia lendo, havia quem enviasse só o necessário mas também havia quem enviasse tudo e mais alguma coisa. Eu prefiro o seguro, não vá ser preciso um documento e eu estar a 10h de avião de Portugal ou a muitos dias de envio pelo correio e ser desviado pelo caminho!

Chegámos cá e passados 15 dias já tinha tudo pronto e enviado, no dia seguinte recebi notificação por email de que tinham recebido e estava a ser processado. Este processo demora, em média, 90 dias. Sim, isso mesmo. Mas eu sabia disso e portanto só tinha era que ser paciente e esperar. Todos os dias ia verificar o estado do processo online na esperança que o meu fosse mais rápido que o normal. É que mesmo estando em casa e ter muitas mais regalias que no UK como o sol e piscina, uma pessoa quer é trabalhar. Sou só eu que sou assim?

Pois que hoje, lá vou eu verificar o estado online e a mensagem no ecrã é de que o cartão está a ser processado e o vão enviar. Ou seja, o meu processo foi aprovado e já posso arranjar emprego! OMG! Não imaginam o feliz que estou! Eu, que sou assim a maior fã de dormir, já só quero aquelas rotinas do levantar e ir trabalhar. Isto é tudo muito bom e saudável, principalmente quando o fazemos com vontade. E isso não me falta.

Para resumir, o meu processo demorou 83 dias e tive a sorte de não pedirem mais documentos pois quando o fazem, a contagem volta ao ínicio. Não só isso como vos podem chamar para um Biometric Service Appointment onde retiram impressões digitais.

Neste link podem ler mais sobre o que é necessário neste processo.

Agora vou só ali ao Google pesquisar empregos e mandar CV’s.

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First time I shot a gun


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É inevitável. Para nós, Europeus, armas são coisas de filme e pensar nelas na vida real é deveras assustador. Como já disse neste post, as armas eram um dos motivos pelo qual demorei na decisão de vir para o Texas. A possibilidade de andar na rua e me encontrar numa situação das que vemos nos filmes não era muito apelativa mas também era só isso: o que vemos nos filmes. Na realidade, só vi a primeira arma quando me dirigi a uma loja que vende esse tipo de coisas. Não é como os media impingem. Ninguém anda a passear a sua arma à cinta, até porque a entrada nos estabelecimentos é proibida.

Só depois de estar cá é que vemos o quão diferente isto é, e por muito que eu vos diga que é assim, é normal que não estejam 100% seguros disso. É verdade que sendo legais, pode haver sempre o caso do miúdo que se passou e foi matar pessoas à escola, mas também é verdade que não são legais em Portugal e há homicídios à mesma. Ou Inglaterra, onde esfaqueamentos é “o prato do dia”. Não é por eu estar num sítio onde as armas são legais que me vão matar mais depressa.

Para que fique claro, não acho que é meu dever criticar leis mas sim adaptar-me ao sítio onde estou pois fui eu que decidi vir para um país em que armas são legais.

Posto isto, uma das coisas favoritas dos Texanos é ir para o campo de tiro e usar as suas relíquias. O homem já havia disparado quando cá esteve o ano passado mas para mim seria a primeira vez. Como é óbvio, não temos armas. Há campos de tiro em que podem alugá-las mas com quem fomos, texano, até pude escolher qual queria usar. Não percebo nada do assunto, mas escolhemos a maior.

Assim que estacionamos, o som era não só ensurdecedor como assustador e não ficou melhor caminhando para dentro do recinto. Era a primeira vez que estava a ouvir armas serem disparadas à minha frente e o meu coração estava em alta. Saltava de susto cada vez que disparavam.

Após uma explicação de como funciona e como deveria usar a arma, pûs-me em posição apontando para o alvo. Pulsação a mil, lá disparo. Fechei os olhos assim que pressionei e levantei-me ainda a tremer por dentro. Não é, mais uma vez, como nos filmes.

A verdade é que fica mais fácil e o meu primeiro tiro foi o melhor, dizem que é da adrenalina.

É interessante olhar para o alvo e ver quão boa ou não é a tua pontaria. Nós estávamos a uma distância de 45metros pois a arma que usamos é de maior alcance que as pistolas normais e, por isso mesmo, as balas bem maiores.

E isto é uma das maneiras que os americanos escolhem para passar tempo livre. É quase como um desporto: levas o teu instrumento e praticas. Eu prefiro as mundanas mas pelo menos já fiz uma das coisas que a maioria de nós não faz nunca na vida e posso dizer que foi agradável.

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Americanish – Design

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O Americanish foi criado pois o meu blog anterior não fazia sentido uma vez que relatava o dia-a-dia e aventuras em Londres e isso estava até inserido no nome do mesmo. Quando decidi criar o Americanish, podia ter pedido apenas uma remodelação à Joana mas não achei esta a melhor solução pois ia misturar duas coisas distintas. Foi assim que optei por um blog novinho em folha com este design limpo e cor, que era algo que faltava no meu blog anterior.

A Joana, com quem já havia trabalhado na remodelação do meu antigo blog e por isso já conhece as minhas preferências, fez um óptimo trabalho e esteve sempre disponível para o que fosse preciso.

Se o vosso blog já berra por uma remodelação, visitem o Written by Joana onde podem ver o portfólio de blogs já renovados por ela e enviar-lhe um email com os vossos requisitos. A Joana é bastante profissional e trata bem do vosso blog.

 

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