BRUNCH | Holy Roller

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O domingo é dia de brunch – é o dia que escolhemos não contar calorias, como já vos havia dito no post anterior. Já estivemos em mil e um sítios e, de vez em quando, lá procuramos um sítio novo. Foi assim – e porque íamos a Austin, a cidade Capital do Texas – que decidimos experimentar o Holy Roller.

Quando lá chegamos haviam várias pessoas à espera mas foi nos dito que seriam uns 30min até uma mesa estar disponível, portanto sentamo-nos comfortavelmente na zona de espera enquanto liamos o menu. Eu, que já havia visto as fotos das panquecas, sabia que as tinha que pedir, era obrigatório. Não sei se também são assim, mas eu gosto de ler o menu antes de ir onde quer que seja. Assim sendo, mais difícil foi decidir-me pela versão doce ou salgada e pedir as panquecas com o famoso fried chicken. Lá me decidi pelas cookies&cream e o homem pediu uma versão salgada: ovos e bacon.


Para ‘entrada’ quisemos experimentar as trash fries: batatas fritas com natas azedas, ovo frito, queijo, milho, cebola, chillies e salsa. Estavam óptimas e é toda uma combinação que funciona muito bem! Acompanhamos a comida com o ‘Can I get an Amen?‘, uma mistura de Gin, Earl Grey, limão e mel, servido quente.

As panquecas estavam mesmo como uma panqueca deve ser, massa alta e fofinha, e muito bem servidas. Eu, que sou uma lambareira e gosto de coisas doces, preferi as do homem pois o contraste do salgado com o doce é muito mais interessante no palato. As minhas panquecas tornavam-se um bocado doce demais, mesmo para gulosos como eu!

De uma decoração estilo funky-punk-rock, este é o sítio perfeito para um brunch descontraído, com boa música e vários apontamentos religiosos mas de uma maneira divertida. Thank God! O melhor, ainda, é que não precisam de esperar pelo fim-de-semana pois o brunch é servido todos os dias. Portanto, se vivem em Austin ou estão a planear visitar, façam o favor de lá ir.

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White Chocolate Chip Cookies – Bolachas com pepitas de Chocolate Branco

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Uma vez por semana, não olhamos a calorias e comemos umas lambarices. Esta semana íamos trazer as nossas bolachas favoritas do supermercado mas estavam mais cozidas que o costume e nós, que gostamos de tudo branquinho e underbaked, decidimos não comprar e faze-las eu. E assim foi, chegámos a casa e fui procurar receitas de bolachas com pepitas de chocolate branco. Das mil e uma receitas disponíveis, decidi-me pelas do blog Sally’s Baking Addiction, fazendo apenas uns pequenos ajustes.

Bolachas de Pepitas de Chocolate Branco

Ingredientes:

  • 280gr de farinha
  • 1 c.sobremesa de bicarbonato de sódio
  • 1,5 c.sobremesa de farinha maizena
  • 1 pitada de sal
  • 170gr de manteiga derretida
  • 150gr de açúcar amarelo
  • 100gr de açúcar branco
  • 1 ovo e 1 gema (temperatura ambiente)
  • 1 c.sobremesa de extracto de baunilha
  • pepitas de chocolate branco qb

Preparação:

  • Num recipiente, juntar a farinha, bicarbonato de sódio, maizena e sal.
  • Num recipiente à parte, mexer a manteiga derretida com o açúcar e juntar o extracto de baunilha.
  • De seguida, juntar o ovo e a gema.
  • Misturar os ingredientes líquidos nos ingredientes secos.
  • Envolver as pepitas de chocolate.
  • Levar ao frigorífico durante cerca de 1h.
  • Retirar do frigorífico e fazer bolinhas gradinhas
  • Levar ao forno pre-aquecido a 175º durante cerca de 12min

O tamanho das bolachas pode ser diferente, se preferirem podem fazer mais pequenas mas isso irá alterar o tempo de cozedura.

Eu fiz bem grandinhas e ficaram óptimas! Já guardei a receita e, se também sao fas deste tipo de bolachas, deviam fazer o mesmo. Sao bastante fáceis e dá uma dose bem grande de bolachas, so it’s a win-win!

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Prozis – Orders/Encomendas

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Já estava para encomendar as famosas aveia+proteína da Prozis há vários meses – pois que é ver gente por todo o lado a fazer papas com a sua saquinha de Oats+Whey de sabores fantásticos *inveja*inveja*. Lá por casa, estamos habituados a fazer a aveia e depois juntar a nossa Quest favorita, Banana&Cream e é óptima (como qualquer produto Quest) mas, sem dúvida, é bastante conveniente já estar a proteína misturada na aveia e sempre dá para variar. Vai daí, estava mesmo decidida a encomendar umas embalagens da Prozis e usufruir, também, dos seus descontos que me soam sempre bem.

Ontem foi o dia. Lá vou eu toda feliz da vida passear pelo website, meter coisas para o carrinho e, já pronta, clico no checkout. É aqui que a minha história desilusão começa. Não é que os senhores queriam, nada mais nada menos, que $60 para o envio? Mais do que o valor da própria encomenda. Fui, então, pesquisar e, sendo a Prozis uma marca Europeia, faz todo o sentido que seja um dinheirão mandar vir uma encomenda para os Estados Unidos. Mas e agora, digam-me lá, como é que vou continuar a ver as vossas papas de aveia e os zero syrups – sim, esses também estavam na encomenda – sem ficar com desejos? Pronto, e é isto. Uma mulher sofre!

Vamos lá ver se há semelhante por aqui. Se souberem de alguma loja (online ou física) que venda este tipo de produtos nos Estados Unidos, é fazer o favor de indicar!

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Happy Easter – Boa Páscoa

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A Páscoa é a minha “festa” favorita e não é por motivos religiosos – que eu não ligo nenhum a isso – mas sim pela comida deliciosa que se come neste dia. Não há outra festividade em que eu aprecie tanto a tradição gastronómica como na Páscoa. O famoso Pão-de-Ló de Ovar é o meu doce preferido deste dia e o não pode faltar na mesa.

É a primeira vez que vamos passar a Páscoa nos States e, por isso, não sabemos quais são as tradições por aqui. Pelo que vemos no supermercado, não faltam chocolates mas não vi nenhuns doces tradicionais portanto vou ter que fazer qualquer coisa doce e o mais certo é ser o meu rico pão-de-ló. Sintam-se à vontade para recomendar outras receitas e digam-me lá como é que celebram este dia – se é que o celebram!

Desejos de uma Boa Páscoa!

E, se ainda não o fizeram, sigam no Instagram para estar a par das aventuras por estes lados!

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Shrimp Risotto – Risotto de Camarão

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Um dos meus pratos favoritos é risotto, seja de camarão, cogumelos ou mesmo lulas! Qualquer coisa fica bem, basta dar-lhe uns toques e ter muita paciência pois este é um prato que requer alguma dedicação e um certo jeito. É verdade que não é um prato fácil de se fazer, mas, com prática, num instante se tornam mestres e depois é só adaptá-lo às vossas preferências.

No sábado passado decidimos jantar risotto, que já não fazia há muito tempo, e que bom que estava!

Risotto de Camarão:

Ingredientes:

  • 250gr de arroz arbório
  • 500gr de camarão cozido limpo – com casca
  • 100ml de vinho branco
  • 500ml de caldo de legumes
  • 1 cebola
  • 4 dentes de alho
  • azeite, sal, pimenta preta, pimenta caiene e colorau qb.

Preparação:

– dos camarões

  • Numa frigideira juntar a metade da cebola, 3 dentes de alho e um fio de azeite.
  • Cozinhar a cebola durante cerca de 1min e juntar os camarões.
  • Temperar com sal, pimenta preta e caiene e colorau.
  • Deixar cozinhar até os camarões estarem cor-de-rosa e os temperos do vosso agrado: mais ou menos picante.
  • Retirar para um recipiente e fazer o deglaze da frigideira.
  • Deglaze: colocar 50ml do vinho na frigideira até o molho engrossar. Reservar.

-do arroz

  • Num tacho, cozinhar o resto da cebola, 1 dente de alho e um fio de azeite até estar acastanhada.
  • Juntar o arroz, mexer, e deixar cozinhar 2mins sem agarrar.
  • Refrescar com o restante vinho e juntar o molho da frigideira.
  • Ir juntando o caldo de legumes conforme necessário.
  • Nunca deixar o arroz ficar sem líquido, mas não juntar demais senão vai ficar ’empapado’.
  • Quando estiver quase pronto, juntar o camarão descascado, corrigir de sal e pimenta e servir.

Por aí, fãs de risotto? Se ainda não se atreveram a fazer este prato, conhecido por ser difícil, não tenham medo de arriscar. Desde que tenham cuidado com a quantidade de líquidos e não saiam da beira do fogão, o resultado será positivo!

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Siberian breed – fun facts

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Desde que temos o nosso gato que tem sido uma descoberta de toda uma nova personalidade nunca antes vista – por nós – em gatos. Como vos disse neste post, sou alérgica a gatos e já estava a dar-me quase por vencida quando decidimos ver até que ponto os siberianos são uma raça hipoalergénica, como se le por aí. Já passaram 7 meses e não podiamos estar mais felizes com o facto de podermos, finalmente, voltar a ter um animal de estimação.

E porque que não tentaste um cão? Porque, aparentemente, desenvolvi a mesma reacção alérgica a eles. Assim sendo, a única solução seria mesmo dar uma oportunidade a esta raça pois que nunca ouvi falar de raças de cães hipoalergénicos.

O mais engraçado é que, pelos vistos, temos um bocado dos dois em casa. O Vektor além de ser um viciado em água, brinca com bolas e vai apanhá-las e traze-las felicíssimo da vida. E quando digo ‘viciado em água’ é em qualquer fonte de água. Abrimos a torneira, ele vem se meter quase dentro da banca. A tampa da sanita fica levantada, ele mete-se lá dentro a brincar. De seguida temos que lhe dar banho, ele fica quietinho e nao se chateia nada.

O melhor de tudo: vem nos receber à porta todos os dias – excepto se tiver roído os fios da televisão e aí é ve-lo a esconder-se na casa de banho assim que entramos – e, de vez em quando, vem para o nosso colo e é capaz de ficar lá horas enquanto vemos as nossas séries favoritas.

Digam lá se nao é um fofinho este gato. Além de não me fazer aquelas reacçoes alérgicas do diabo, pede miminho, dá miminho e faz-nos rir com as suas traquinices.

Se, como eu, forem alérgicos mas gostavam mesmo de ter um gato, esta raça pode ser a vossa salvação. Além de serem conhecidos pela suas propriedades anti-alergénicas, as seguintes características podem-se destacar:

Personalidade de um gato Siberiano:

  • É dado à família e segue-te pela casa fora.
  • Gosta de àgua e de brincar.
  • É um gato que gosta de pessoas, portanto vai receber-te à porta e receber os teus convidados.
  • É bastante activo e qualquer coisa server para brincar.
  • Gosta de colo e de receber miminho.

Sem dúvida que ter um animal de estimação faz bem à saúde – pode é nao fazer muito bem a carteira. Os Siberianos não são baratos e é importante garantir que estão a adquirir um de raça pura.

Para mais detalhes sobre siberianos, visitem este website e sigam no Instagram!

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Oatmeal cookies

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Já não é novidade que sobremesas são o meu prato preferido – ou pão no geral e ja sou feliz. Mas como o mais importante e ter uma alimentação saudável e, sendo esta a nossa escolha no dia-a-dia, há que meter as mãos a massa e inventar umas receitas que possam ser incluídas no estilo de vida que levamos.

Um destes dias, apetecia-me umas bolachas mas que fossem mesmo semelhantes a bolachas. Já havia experimentado várias receitas mas nenhuma oferecia resultados semelhantes aos conseguidos usando açúcar e manteiga. A maioria das receitas de bolachas saudáveis requer uma quantidade astronómica de manteiga de amendoim/amêndoa – o que, para mim, continua a não ser ideal – ou então são receitas em que o resultado não é, de todo, ao que uma bolacha e suposto ser.

Assim sendo, decidi eu mesma criar o que, para mim, seria a receita ideal. E não é que correu bem?

Ingredientes:

  • 150gr de aveia
  • 1 ovo
  • 32gr de óleo de côco derretido
  • 2 c.sopa de Swerve – ou Stevia
  • 1 c.sopa de extracto de baunilha
  • 1 c.sobremesa de fermento
  • 1 pitada de sal
  • pepitas de chocolate 70% cacao qb

Preparação:

  • No processador de cozinha, colocar 70gr de aveia até obter uma consistência fina.
  • Num recipiente juntar todos os ingredientes excepto o óleo de côco e pepitas de chocolate.
  • Quando o óleo tiver arrefecido, juntar na mistura anterior e envolver as pepitas.
  • Levar ao frigorífico cerca de 20min.
  • Retirar do frigorífico, fazer bolinhas, achatar e levar ao forno durante cerca de 10min a 175

Quando as retirarem do forno, ainda vão estar um bocadinho moles mas, se as deixarem repousar – difícil difícil – vão obter uma bolacha ligeiramente crocante, com um sabor rico a aveia e uns toques de baunilha.

O resultado foi de tal forma positivo que já repeti a receita umas quantas vezes e saíram sempre bem.

Mais uma vez, note-se que os valores nutricionais são relativos aos ingredientes que usam mas serão bastante similares pois não há muito que possa variar nos valores nutricionais destes ingredientes.

Estas e mais receitas para acompanhar no Instagram do blog, se ainda não seguem, façam o favor que a dona agradece!

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Trip to Seattle – day 4

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No último dia em Seattle, fomos tomar o pequeno almoço à Bakery Nouveau, pois está claro. Estava um dia de sol e conseguimos sentar-nos cá fora enquanto íamos aproveitando aquele twice baked chocolate croissant e desejando que houvesse uma Bakery Nouveau em San Antonio.

Daqui, fomos para um dos parques obrigatórios visitar em Seattle: Kerry Park. É deste parque que muitas das fotos da cidade são tiradas. A placa neste jardim, em Queen Anne, diz que o parque foi oferecido, por Mr and Mrs. Albert,  à cidade de forma a que todos os que por lá passassem, pudessem usufruir das vistas. E digam lá se não são maravilhosas.

A próxima paragem seria a Space Needle, não muito longe dali. E por “não muito longe” entenda-se “uns bons 20min a pé”. Mas vale a pena! As descidas eram bastante íngremes – já vos tinha dito que em San Antonio não há nem metade destas subidas/descidas – e o dia estava bom para caminhar.

Como já tinha o treino feito de subir o Sky View Observatory, subir a Space Needle foi easy-peasy. Estou a brincar. Não foi nada. O medinho estava em mim, à mesma. Mas são só 40seg e basta não olhar lá para fora enquanto sobem se não quiserem ter um piripaque. Isto são os conselhos de uma medricas. Se gostam de alturas, então façam como o homem e encostem-se mesmo na frente do elevador e desfrutem! Depois de estar lá em cima, fica um bocado mais fácil e as vistas são, sem dúvida, bastante boas.

Descemos – a minha parte favorita – e fomos ao Museu de Cultura Pop. Não julguem só o nome, não só de pop se trata o museu.

Ambas as entradas, Space Needle e MoPop, estão incluídas no Citypass.

Aqui, podem ver exposições de música, peças de vestuário de filmes e artefactos, jogos interactivos etc. É um museu bastante interessante e recomendo mesmo.




Entretanto o pequeno almoço já ia longe e precisavamos recarregar baterias. Decidimos, mais uma vez, caminhar e em direcção a onde? Ao Ramen Danbo! Era o último dia e ficamos super fãs de ramen e de como fomos servidos neste sítio que foi fácil escolher lá voltar.

Pelo caminho – foram 45min a pé – ainda demos um saltinho à loja da Amazon Go para experienciar o que é entrar e sair de uma loja ‘sem pagar’. Basta ter a app da Amazon, entrar na loja scaneando um código da app, pegam no que querem e saem. Passados uns minutos recebem um email com o “talão”. Não é impressionante?

Depois do ramen, fomos passear pela cidade enquanto aproveitamos o resto das horas que tinhamos antes de jantar e seguir para o aeroporto.

O jantar foi dentro do mesmo tema. Em Chinatown havia um restaurante com boas reviews e portanto demos lá um saltinho e pedimos vários pratos leves como dumplings e bao, ou steamed buns.

Dali foi só atravessar a rua e entrar no comboio que nos levou para o aeroporto. A viagem foi pacífica e em 4h estávamos em Austin.

Ficamos muito felizes por ter escolhido Seattle para a nossa primeira viagem fora do Texas, dentro dos EUA, e recomendamos não só a quem nunca lá foi, mas também a quem quiser voltar. Não só podem encontrar sítios maravilhosos para comer – Mioposto, Bakery Nouveau, Ramen Danbo – como visitar vários pontos da cidade que é tão diversa e tem tanto para oferecer. Visitem!

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Trip to Seattle – day 3

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No primeiro dia em Seattle, encontrámos uma das melhores pastelarias onde já estive, a Bakery Nouveau. Queriamos lanchar e, ao pesquisar por “bakery” – uma das minhas palavras favoritas – o Google sugeriu esta e que bem que sugeriu! Passou a ser paragem obrigatória e foi lá que escolhemos tomar o pequeno almoço no dia 3 e 4.

O que nos surpreendeu mais foi a qualidade da massa folhada. É difícil encontrar um mau croissant, mas é ainda mais difícil encontrar um que vá para o topo assim à primeira dentada. E já provamos os croissants em Paris! Na Bakery Nouveau, tudo o que pedimos foi óptimo mas o twice baked chocolate croissant é uma coisa de outro mundo. A massa folhada, o recheio, o efeito da massa que foi cozida duas vezes. Nunca comi semelhante e, se vive-se em Seattle, este seria o meu sítio de eleição para quando há espaço para ser lambareira.

Bem abastecidos, seguimos em direcção a Seattle waterfront onde iamos fazemos a tour incluida no Citypass, Argosy Harbor. Sendo que ainda faltava mais de uma hora, decidimos ir ao Seattle Aquarium, também incluído no Citypass, que era mesmo ao lado.

De seguida fomos, então, para o barco que nos levou numa viagem de cerca de 1h onde não só aprendemos um pouco mais sobre a história de Seattle – uma senhora vai partilhando factos sobre vários pontos pelos quais vamos passando – como podemos tirar fotografias maravilhosas da cidade vista do lado do mar.


Fomos, depois, aquecer enquanto bebíamos algo quentinho e eu ganhava coragem para a próxima paragem: Sky Observatory Columbia Center. São 73 andares e uma vista panorâmica da cidade lá de cima.


Não sendo eu a maior fã de alturas, lá fui eu pois que afinal iria ter que subir a Space Needle – que são menos 300ft.

É verdade que as vistas valem a pena a subida – e só demora uns segundos de elevador – mesmo para medricas como eu que mal se chegam à janela. Estávamos tão alto, que as nuvens pareciam estar a uns metros apenas. Sentados, ficamos a apreciar as luzes que se iam ligando pela cidade enquanto o sol fugia.

A entrada são $15, sendo que podem subir e descer as vezes que quiserem durante o dia e só pagam mesmo no 73ºpiso.

Optámos por pedir um uber, que estava a chover bem, e foi a viagem mais perigosa de sempre. O senhor era um perigo na estrada e eu já só queria era chegar sã e salva! Mission accomplished, é hora de decidir o jantar.

Não foi nada difícil: Mioposto. O facto de estar uma chuva que só pede comfort food e aquela sobremesa deliciosa ditaram onde iríamos jantar. Meu Deus, e o pão, eu alimentava-me deste pão. E aquela sobremesa de maçã. Há sobremesas de maçã, imensas, mas há poucas desta qualidade.

É mais um lugar obrigatório para uma futura viagem a Seattle.

O que vem a seguir já sabem, lareira e umas séries que o dia foi longo e há lá melhor serão.

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Trip to Seattle – day 2

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No segundo dia levantamo-nos já um bocadinho tarde – estávamos mesmo a precisar de umas horas de sono – e o sítio para almoçar estava decidido desde o dia anterior: Zengh Café.

Apanhamos um autocarro em West Seattle e uns 30min depois estávamos sentados neste mini restaurante a provar os delicioso steamed buns e uns beef noodles com vista para a famosa Space Needle. O must deste sítio e aquilo que queríamos provar mesmo eram os custard buns – uma versão doce dos tradicionais steamed buns com um recheio tipo creme de ovos, delicioso – mas o resto do que pedimos era igualmente óptimo e ainda nós recomendaram sítios a visitar por Seattle.

Já que estávamos a uns passinhos da Space Needle, aproveitamos para comprar o city pass e verificar se iria dar para subir lá cima, já que no site dizia que iam estar fechados durante uns dias para remodelações mas que algumas zonas estariam acessíveis. A senhora no balcão confirmou que estavam fechados mas iam abrir na sexta, ou seja, ainda lá poderíamos ir!

O City Pass é um passe que vos dá entrada para a Space Needle (no dia 4 subimos e há fotos), Seattle Aquarium (fotos e etc dia 3), Argosy Cruises Harbor Tour (para fotos e etc, voltem no dia 3), Museum of Pop Culture (dia 4) ou Woodland Park Zoo e Chihuly Garden and Glass ou Pacific Science Center.

São $79 e, se pretenderem visitar estes sítios, sugiro que o adquiram.

A maioria destes sítios é na mesma zona. Sendo que a Space Needle é a dois passos do Chihuly Garden and Glass, decidimos visitar este museu onde podem ver as obras de Dale Chihuly. Os detalhes e as cores são espectaculares e tudo é feito em vidro. Não vou escrever muito sobre este sítio mas sim deixar-vos com estas fotos para poderem perceber o que digo.

De seguida lá fomos para uma – mais uma – longa caminhada. Somos só nós ou vocês também preferem, em city breaks, optar por andar enquanto descobrem o que a cidade oferece em vez de se meterem nos transportes? Só usamos autocarro umas duas vezes e o comboio para ir e vir do aeroporto.

Entretanto, paramos nas novas cúpulas da Amazon, não podendo entrar – é só para empregados – deu para ver o interior que é, nada mais nada menos, o género de uma floresta tropical.

Estava a dar aquela vontade de parar num sítio quentinho para uma bebida ainda mais quentinha e descansar um bocado quando vimos o sítio perfeito: Macrina Bakery. Pedimos uns cappuccinos e duas lambarices que entretanto já estávamos a precisar de repor os açúcares – ou não e sou só eu a ser lambareira. Deliciamo-nos, nas calmas, enquanto escurecia lá fora e se ganhava vontade para mais uma caminhada.

Já tínhamos escolhido onde jantar por isso a próxima paragem seria na Bottlehouse. Era um dos sítios mais recomendados para tapas e era o tipo de comida que nos apetecia, assim mais levezinho e num ambiente muito descontraído.

Este “restaurante” é mesmo uma casa – daquelas típicas americanas – e é numa rua bem calminha. Lá dentro o ambiente não podia ser mais relaxado. Luz super baixa, maioritariamente vinda das velas, mesas altas e garrafas por todo o lado. O menu é muito simples e o mais importante: há pão.. quente. Baguete, queijos que são escolhidos consoante o vinho que estão a beber ou as vossas preferências, carnes curadas, pratos leves e algumas sobremesas. As empregadas são bastante simpáticas e conhecedoras do menu e dos vinhos, e dizem-vos de onde vêm os produtos que estão a consumir. Foi um serão muito agradável e voltava já!

Já vos disse que as sobremesas são o meu prato preferido, right? E por isso, não podíamos ir embora sem sobremesa. Mas esta foi noutro sítio – daqueles que se encontram quando caminham. Vimos uma janelinha que dizia Molly Moon’s homemade ice cream e tivemos que ir ver melhor – que é como quem diz pedir 3 sabores porque escolher é difícil e uma pessoa não quer ter essa tarefa árdua. Ainda bem que decidimos parar por lá pois o raio do gelado era óptimo.

Daqui, quase a rebolar, fomos para a “nossa” rica casinha, aproveitar a lareira que faz frio lá fora e em San Antonio não há nada disso.

Voltem para o resto da viagem por Seattle!

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