Seattle – Dia 2

No segundo dia levantamo-nos já um bocadinho tarde – estávamos mesmo a precisar de umas horas de sono – e o sítio para almoçar estava decidido desde o dia anterior: Zengh Café.

Apanhamos um autocarro em West Seattle e uns 30min depois estávamos sentados neste mini restaurante a provar os delicioso steamed buns e uns beef noodles com vista para a famosa Space Needle. O must deste sítio e aquilo que queríamos provar mesmo eram os custard buns – uma versão doce dos tradicionais steamed buns com um recheio tipo creme de ovos, delicioso – mas o resto do que pedimos era igualmente óptimo e ainda nós recomendaram sítios a visitar por Seattle.

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Seattle – Dia 1

No Inverno temos sempre tendência a fazer uma city break e, em anos anteriores, visitamos Praga, Amesterdão e Paris. No entanto, agora que estamos deste lado do globo, faz todo o sentido explorar estes lados e assim decidimos a nossa primeira viagem dentro dos Estados Unidos: Seattle.

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Farmácias nos E.U.A.

Já vos falei sobre a minha ida ao dentista no post anterior  – podem ver aqui – e, como seria de esperar, foi-me receitado Ibuprofeno para tomar se tivesse dores e um antibiótico. Nunca eu pensei que ir à farmácia pudesse ser um desafio.

Na minha ideia, dava-lhes a receita, pagava e bye-bye. Não. Há um processo todo em volta disto que só me faz rir do quão difícil é o estar a lidar com um sistema de saúde deste género.

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Usei o sistema de saúde nos E.U.A.

Já todos nós passamos pela dolorosa experiência de ter uma dor de dentes – se nunca tiveram uma, sintam-se abençoados. Já não tinha uma há anos e, digamos, não tinha saudades nenhumas mas eis que os deuses dos dentinhos se viraram contra mim e mandaram vir uma daquelas que não desejo a ninguém. Passei a noite a dormir uns 5min de cada vez que aquilo parecia apaziguar e, de manhã, decidi que tinha – mesmo – que ir ao dentista pois viria o final de semana e feriado e se a dor continuasse não havia ninguém que pudesse ajudar.

Fui ao website do seguro de saúde, pesquisei por dentistas e tentei escolher um que tivesse boas reviews que nisto de médicos sou picuinhas. Liguei para alguns, sem disponibilidade, até que consegui que me atendessem no mesmo dia.

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A entrevista mais estranha de sempre

Já vos tinha dito que me candidatei a dois bancos e falei-vos da primeira entrevista. Deste segundo banco não ouvi nem coisas boas nem coisas más, mas, no geral, as pessoas diziam que era um sítio agradável de trabalhar.

Lá vou eu à entrevista, esta que viria a ser a mais estranha da minha vida.

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Entrevistas de emprego

Das primeiras coisas que fiz, assim que recebi o EAD, foi começar à procura de trabalho. Esta pesquisa focou-se, maioritariamente, em posições de teller ou lead teller em bancos – ou seja, balcão ou responsável dessa área – pois já havia exercido a primeira e sempre quis ser promovida para a seguinte.

Porque o mais importante para mim era mesmo arranjar trabalho, submeti umas quantas candidaturas para outras áreas para ver se dava qualquer coisa, nem que fosse só para desenrascar – que estar em casa não é assim tão espectacular como muita gente o faz parecer.

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Já tenho trabalho!

Estas semanas têm sido bastante preenchidas e tudo por boas razões: já estou empregada! Após várias candidaturas e entrevistas, tive a sorte de poder escolher entre duas ofertas e, sem muito para ponderar – explico-vos melhor o processo das entrevistas e as ofertas noutro post – escolhi iniciar-me no mundo do IT e fazer uma carreira nesta área tão vasta e que oferece tanto.

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Dia de Acção de Graças

Hoje celebra-se o dia de Acção de Graças nos EUA. É a primeira vez que vivemos esta experiência e, ainda que não signifique nada para nós, é sempre engraçado ver como as pessoas festejam este dia – milhões de vezes representado nos filmes americanos.

Os supermercados enchem-se de tartes de abóbora, batata doce e.. gente, muita gente! Há quem aproveita e tire férias, portanto pode-se esperar, também, mais trânsito.

É provável que imaginem este dia como sendo frio e as pessoas vestidas com várias peças de roupas. Not in Texas! A temperatura está bastante agradável e, mesmo que estas tradições sejam mais viradas para dias frios, qualquer dia é um bom dia para encher a pança de coisas boas, não é?

Happy Thanksgiving! – já me disseram isto praí umas 1000xs.

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Downtown: The Alamo & The Riverwalk

Visitar o Alamo e passear pela Riverwalk é daquelas coisas obrigatórias a fazer em San Antonio.

O Alamo, um antigo forte e agora museu, foi fundado no século XVIII por espanhóis que tinham como objectivo catequizar os indígenas mas depressa se tornou propriedade do México. O conflito entre os Estados Unidos e o México iniciou-se com o ataque por parte do general Antonio López de Santa Anna ao forte, matando todos os texanos que se encontravam a defender. Em forma de vingança, os texanos atacaram mexicanos e saíram vitoriosos pondo, assim, fim à Revolução do Texas, em 1836. (ler mais neste link)

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Houston – Dia 2

Já havia lido em alguns websites que, em média, a visita à NASA demora 5h. Pois é, esse tempo todo. Assim sendo, saímos para tomar o pequeno almoço, que uma pessoa precisa de energia para um dia no espaço, e fomos ao nosso querido Snooze.

Este é um sítio para pequenos almoços, brunch ou almoços ligeiros, visto que fecha cedo, e a especialidade são as panquecas. Nós já lá fomos tantas vezes que optamos sempre pelo mesmo: chilli verde eggs benedict, que são dois ovos escalfados por cima de uma base de tortilhas e pulled pork e cobertos de hollandaise. São servidos com uma óptima hash brown e salsa, uma mistura de tomate, pimentos e cebola. Nunca falha! Pedimos ainda umas panquecas de abóbora, não fosse esta ser a época delas!

De barriguinha cheia, lá fomos em direcção à NASA. Para quem vai de carro, podem estacionar no parque por $5 e estão a uns passos da porta.

Já tínhamos marcado pelo site a que horas queriamos fazer duas das tours que eram recomendadas, por isso, assim que chegamos, dirigimo-nos para a fila da tram tour e, uns minutos depois, lá nos sentamos e começamos a viagem.

A primeira paragem foi Mission Control Center. Foi desta sala que as missões Apollo e Gemini foram controladas. É inacreditável como se mantêm tudo o que era original da época e é um prazer ouvir o senhor explicar como foram feitos os cálculos, pois não haviam calculadoras, para que esta missão fosse um sucesso.

On July 20, 1969, Neil Armstrong’s famous words were forever ingrained in history: “Houston, Tranquility Base here. The Eagle has landed.”

De seguida dirigimo-nos para Space Vehicle Mockup Facility, onde engenheiros e cientistas trabalham na produção de protótipos e robots e astronautas treinam para missões no espaço. É possível ver, de um andar acima, protótipos de partes da International Space Station e ainda da cápsula Orion – esta nave espacial vai ter um papel importante nas viagens para o espaço profundo e principalmente Marte. É a Orion que vai levar astronautas para territórios no sistema solar nunca antes explorados por missoes tripuladas. É aqui que, basicamente, podem ver o futuro ser construído.. e é brutal!

A última paragem foi para ver de perto o Mercury Redstone, o primeiro veículo nos Estados Unidos a transportar pessoas para o espaço e, mais importante ainda, o famoso Saturn V que foi construído pelo NASA com o propósito de levar pessoas para a Lua.


Saturn V mede 111 metros, pesa o equivalente a um edifício de 36 andares e, quando cheio de combustível para descolar, pesa o mesmo que 400 elefantes e foi o mais potente foguetão a voar com sucesso.

Quando entramos dentro de uma espécie de armazém onde Saturn V está “guardado” quase nos cai o queixo. É realmente brilhante quando imaginamos uma coisa daquelas levar humanos à Lua. Não só o tamanho do foguetão é imenso como os génios por detrás da tecnologia.

Depois da tram tour, fomos explorar o Space Centre onde podem encontrar peças que estiveram em missões, fatos de astronauta, entrar dentro do Sky Lab – um mockup da primeira estação espacial Americana e assistir a várias demonstrações, por exemplo, como é viver no espaço. São mais umas horinhas a explorar o universo mas que valem a pena!



Para finalizar, fomos visitar uma réplica do vaivém espacial Independence, construído no topo do vaivém original NASA 905 e explorar o avião que é, digamos, gigante.

O preço do bilhete são $29 e estas tours estão incluídas portanto não há motivos para não as fazer.

Ainda tivemos tempo para nos divertir num simulador em que o homem pilotava e eu matava os atacantes enquanto nos viravam de pernas para o ar dentro do que seria o interior de um vaivém.

A média das 5h estava certa – foi mais ou menos o que demoramos. Viemos embora felizes da vida, afinal não é todos os dias que se visita o espaço, pelo menos de uma maneira tão autêntica – ahahahahahha.

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